O Fantasma de Canterville

Oscar Wilde, Maria Manuela Novais Santos, Madalena Dine
avaliação dos leitores (4 comentários)
(4 comentários)
ISBN: 978-972-680-709-4
Edição/reimpressão: 11-2013
Editor: Raiz Editora / Lisboa Editora
Código: 02709
Coleção: 1001 Livros
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SINOPSE

Neste conto tão divertido, Oscar Wilde narra-nos a história de um atormentado fantasma que há mais de trezentos anos habita no castelo dos Canterville, aterrorizando sucessivas gerações.
No entanto, quando uma família americana compra o castelo, tudo se altera: o fantasma perde o seu poder, mas acaba por encontrar o repouso eterno graças à coragem e à bondade da jovem Virgínia Otis.


Coleção 1001 LIVROS

Bastante apelativos, os livros desta coleção, destinados a um público com idade superior a 10 anos, contêm:

  • Texto integral anotado;
  • Linhas de leitura para ler melhor;
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    COMENTÁRIOS DOS LEITORES

    Muito bom!
    Cristina Diogo | 2018-10-23
    Um conto que aborda questões inerentes à morte, com alguns momentos de ironia e bom humor.
    Suspense
    Filipa S | 2017-07-24
    Um clássico, muito bem escrito e pormenorizado, com grandes traços de humor e sarcasmo e uma leitura bastante fluída. Vale a pena!

    DETALHES DO PRODUTO

    O Fantasma de Canterville
    de Oscar Wilde, Maria Manuela Novais Santos, Madalena Dine
    ISBN: 978-972-680-709-4
    Edição/reimpressão: 11-2013
    Editor: Raiz Editora / Lisboa Editora
    Código: 02709
    Coleção: 1001 Livros
    Idioma: Português
    Dimensões: 130 x 195 x 6 mm
    Encadernação: Capa mole
    Páginas: 80
    Tipo de Produto: Livro
    Classificação Temática: Livros > Livros em Português > Infantis e Juvenis > Literatura Juvenil

    sobre Oscar Wilde

    Oscar Wilde
    Oscar Wilde foi talvez o mais importante dramaturgo da época vitoriana. Criador do movimento dândi, que defendia o belo e o culto da beleza como um antídoto para os horrores da época industrial, Wilde publicou a sua primeira obra em 1881, a que se seguiram duas peças de teatro. A partir de 1887 iniciou uma fase de produção literária intensa, em que escreveu diversos contos, peças de teatro, como A Importância de se Chamar Ernesto, e um romance. Em 1895, foi acusado de homossexualidade e violentamente atacado pela imprensa, tendo-se envolvido num processo que o levou à prisão. Morreu em Paris em 1900.
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